Mulher alega se identificar como “deficiente” e usa cadeira de rodas, mas não tem deficiência física

Chloe Jennings-White tem 67 anos, mas diz que quando criança queria ser deficiente, embora gostasse e sempre tivesse tido boa saúde.

Houve um tempo em que ela queria fazer uma cirurgia para cortar os nervos das pernas, mas desistiu devido ao alto custo, em vez disso, ela usa uma cadeira de rodas para sentir que seus membros não estão funcionando.

Sua vida é bastante normal, ela tem um casamento feliz, é PhD em Química e possui vários diplomas das universidades de Cambridge e Stanford.

No entanto, uma das coisas que sempre faltou em sua vida foi se sentir e ser deficiente.

Segundo informações fornecidas pelo Huffpost, a mulher pode sofrer de “Body Integrity Identity Disorder (BIID), uma condição psicológica em que os pacientes não aceitam seus membros e querem amputá-los ou ficar paraplégicos.

“Quando estou na cadeira de rodas, nem penso nela. É normal para mim, mas toda vez que caminho, sempre tenho em mente, às vezes dominando minha mente, que não é assim que deveria ser”, comentou Chloe.

Ela conta que desde os quatro anos sente que algo ruim aconteceu quando ela nasceu, porque suas pernas não deveriam funcionar.

Chegou a ter inveja dos filhos deficientes e de uma tia que usava aparelho nas pernas devido a um grave acidente.

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Aos 9 anos, ela pulou da bicicleta de um palco, mas só conseguiu alguns arranhões e hematomas: “Fazer qualquer atividade que me dê a chance de ficar paraplégica me dá uma sensação de alívio da ansiedade causada por o BIID”, comentou.

Jennings-White confessou que ficará muito feliz quando puder ser verdadeiramente deficiente. A cirurgia ainda não é uma opção, custando aproximadamente $ 25,000.

“Nunca posso pagar, mas sei que não vou me arrepender se um dia puder, e não sei por que isso incomoda as pessoas. É o mesmo que um homem transexual ter seus órgãos genitais cortados. Eles nunca vão voltar, mas sabem o que querem”, concluiu. via:porquenosemeocurrio


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